Projeto – Calma! Não é o fim do mundo
De tempos em tempos, surgem “profetas do apocalipse” anunciando o fim do mundo. Em um planeta em crise, esse é um tema que chama a atenção de nossos jovens. Por outro lado, todos nós de vez em quando reagimos de forma excessiva a alguns eventos, e pequenos incômodos podem ser tratados como se tivessem grandes proporções, como se fossem “o fim do mundo”.
Objetivos
• Entender que o texto de opinião defende um ponto de vista sobre determinado assunto que é fundamentado com explicações, com razões.
• Reconhecer os efeitos de sentido decorrentes da escolha de determinadas palavras ou expressões.
• Fazer uso de uma linguagem clara, direta e precisa.
• Conhecer dados históricos sobre profecias relacionadas ao fim do mundo.
• Identificar problemas ambientais que poderiam ocasionar um desequilíbrio global.
Conteúdos
• Produção de texto (Língua Portuguesa).
• Profetas (História)
• Preservação ambiental (Ciências)
Ano 9º
Tempo estimado Seis aulas
Material necessário
Textos polêmicos apresentados pelo professor sobre o tema do projeto e pesquisa feita pelos alunos na internet.
Desenvolvimento
1ª etapa
Discutir com a turma o crescente interesse sobre o assunto do final dos tempos, que acontecerá como previsto em 2012.
Por se tratar de um projeto transdisciplinar será discutido pelos professores de História, Ciências e Língua Portuguesa que estarão junto com os alunos concatenando todas as ideias e os materiais pesquisados.
2ª etapa
Apresentação de textos polêmicos em que os alunos discutirão através de chats.
3ª etapa
Os alunos publicarão um texto de opinião no blog da sala.
4ª etapa
Os alunos confeccionarão folders com ferramentas disponíveis no computador como, InDesign, Power Point, Word e utilizarão a mala direta como meio para enviar os folders a fim de conscientizar a comunidade. Poderão elaborar enquetes sobre a maneira como a população age frente aos problemas hoje encontrados em nosso planeta e para estes fins utilizarão as redes sociais.
Avaliação
Observar os textos produzidos pelos alunos mostrando as finalidades a que eles se propõem.
Segundo Margall (2011) “em educação, a quebra de paradigmas não tem fim. O aluno que parece não estar prestando atenção na aula, checando mensagens no Twitter, pode estar procurando informações essenciais para a discussão em sala de aula; numa universidade, o aluno que troca mensagens via Facebook com seu amigo pode estar simplesmente realizando um trabalho em grupo”.
Referência bibliográfica
MARGALL, Gonçalo. Novos paradigmas de sala de aula. Disponível em: <http://professordigital.wordpress.com>. Acesso em: 6 jan. 2011.
“Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão”. (Paulo Freire)
quarta-feira, 14 de março de 2012
Mais projetos: Evânia Silva Louro
Foco:
Ensinar os alunos a trabalhar suas capacidades de ler, analisar e traçar em poucas linhas o que de fato é essencial e mais importante para o leitor.
Desenvolver a habilidade de sintetizar um texto pode se tornar um ótimo recurso que poderá ajudar o aluno em todas as disciplinas, pois estará atento às ideias principais e se lembrará dos pontos chaves do conteúdo.
Público-alvo:
Alunos do Ensino Médio.
Recursos a serem utilizados:
-Computador,impressora, celular, Internet, jormais, revistas, livros, etc.
Objetivos
1) Identificar e analisar biografias de quaisquer pessoas que eles admiram;
2) Motivar os alunos para a leitura crítica da opinião contida em diversos sites sobre a pessoa escolhida;
3) Desenvolver técnicas de escrita de textos;
4) Intensificar a precisão semântica;
5) Conhecer e exercitar a coerência e a coesão textuais.
Estratégias
Aula 1
1) Peça aos seus alunos para que eles pensem em uma pessoa famosa que eles adiram;
2) Com o uso da Internet, solicite aos seus alunos que selecionem textos biográficos desta personalidade. Nota: Caso a escola tenha disponível impressora, imprima-os, caso contrário, peça aos alunos para copiarem parte de suas pesquisas, ou até mesmo, para àqueles que possuem celular tirarem fotos das páginas pesquisadas.
3) Peça aos seus alunos para navegarem na Internet e buscarem textos sobre a trajetória pessoal e profissional desta personalidade.
4) Feita a pesquisa, cada aluno deverá informar em voz alta para o restante da turma, o nome da personalidade escolhida.
5) Apresente, modelos de textos biográficos, explique quais são os elementos principais que devem conter em biografias.
6) Promova a discussão e estimule a turma a argumentar sobre o assunto;
7) Em casa, aos alunos devem pensar sobre suas personalidades e coletarem materiais em jornais, livros e revistas sobre estas. Estes materiais deverão ser trazidos para a próxima aula.
Aula 2
1) Os alunos deverão escrever uma pequena biografia com no máximo 15 linhas. Eles poderão utilizar os materiais que eles colheram em casa e na internet. Essa atividade irá levar todo o tempo de aula e a professora irá auxiliá-los durante este tarefa.
2) Os alunos deverão entregar os textos para a professora para que ela os corrija. Neste momento, a professora traçará em suas anotações, as principais dificuldades dos alunos na escrita. Esses dados poderão ajudá-la nos planejamentos das próximas aulas.
Aula 3
1) A professora destribui os textos corrijidos.
2) Os alunos deverão apresentar suas biografias na sala de aula e posteriormente, em um blog, que deverá ser criado por algum aluno voluntário que fique como representante da turma.
3) Como estímulo, os textos serão enviados para possível publicação na Wikipédia.
4) Como comentário geral, a professoa, deverá explicar os erros apresentados na redação das biografias e elogiar o entusiasmo de todos os alunos.
Ensinar os alunos a trabalhar suas capacidades de ler, analisar e traçar em poucas linhas o que de fato é essencial e mais importante para o leitor.
Desenvolver a habilidade de sintetizar um texto pode se tornar um ótimo recurso que poderá ajudar o aluno em todas as disciplinas, pois estará atento às ideias principais e se lembrará dos pontos chaves do conteúdo.
Público-alvo:
Alunos do Ensino Médio.
Recursos a serem utilizados:
-Computador,impressora, celular, Internet, jormais, revistas, livros, etc.
Objetivos
1) Identificar e analisar biografias de quaisquer pessoas que eles admiram;
2) Motivar os alunos para a leitura crítica da opinião contida em diversos sites sobre a pessoa escolhida;
3) Desenvolver técnicas de escrita de textos;
4) Intensificar a precisão semântica;
5) Conhecer e exercitar a coerência e a coesão textuais.
Estratégias
Aula 1
1) Peça aos seus alunos para que eles pensem em uma pessoa famosa que eles adiram;
2) Com o uso da Internet, solicite aos seus alunos que selecionem textos biográficos desta personalidade. Nota: Caso a escola tenha disponível impressora, imprima-os, caso contrário, peça aos alunos para copiarem parte de suas pesquisas, ou até mesmo, para àqueles que possuem celular tirarem fotos das páginas pesquisadas.
3) Peça aos seus alunos para navegarem na Internet e buscarem textos sobre a trajetória pessoal e profissional desta personalidade.
4) Feita a pesquisa, cada aluno deverá informar em voz alta para o restante da turma, o nome da personalidade escolhida.
5) Apresente, modelos de textos biográficos, explique quais são os elementos principais que devem conter em biografias.
6) Promova a discussão e estimule a turma a argumentar sobre o assunto;
7) Em casa, aos alunos devem pensar sobre suas personalidades e coletarem materiais em jornais, livros e revistas sobre estas. Estes materiais deverão ser trazidos para a próxima aula.
Aula 2
1) Os alunos deverão escrever uma pequena biografia com no máximo 15 linhas. Eles poderão utilizar os materiais que eles colheram em casa e na internet. Essa atividade irá levar todo o tempo de aula e a professora irá auxiliá-los durante este tarefa.
2) Os alunos deverão entregar os textos para a professora para que ela os corrija. Neste momento, a professora traçará em suas anotações, as principais dificuldades dos alunos na escrita. Esses dados poderão ajudá-la nos planejamentos das próximas aulas.
Aula 3
1) A professora destribui os textos corrijidos.
2) Os alunos deverão apresentar suas biografias na sala de aula e posteriormente, em um blog, que deverá ser criado por algum aluno voluntário que fique como representante da turma.
3) Como estímulo, os textos serão enviados para possível publicação na Wikipédia.
4) Como comentário geral, a professoa, deverá explicar os erros apresentados na redação das biografias e elogiar o entusiasmo de todos os alunos.
Mais projetos de professores que cursam a especialização da UGF: Camilla Peres Magalhães
Projeto: Cordel Encantado
Público – alvo: Alunos do 1º ano do Ensino Médio.
Número de aulas: 05 aulas
Objetivo: Divulgar a literatura de cordel que é um gênero popular da cultura nordestina e escrito frequentemente na forma rimada. Conhecer os principais autores, o tipo de material utilizado para confecção dos livros, forma de venda e de divulgação e origem de sua criação.
Atividades: Filme recital de cordel para ser apresentado no dia do projeto; Divulgação dos convites nas redes sociais (Orkut, facebook, twitter); cenários e figurinos típicos; explicar as características da região nordeste (clima, relevo, vegetação, bioma, estados e capitais, etc.); serão confeccionados estandes para apresentação das turmas no pátio da escola; confecção de pequenos livros com linguagem rimada em grupo com apoio do twitter.
1º aula: Apresentação da literatura de cordel, suas origens, leituras de alguns livros em sala de aula. Esclarecimento de dúvidas e perguntas acerca desse tipo de literatura pela turma. Apresentação do projeto Cordel Encantado: objetivos, metas e avaliação. Divisão da turma em cinco grupos. Para a próxima aula trazer exemplos de literatura de cordel (pesquisa na internet).
2º aula: apresentação das histórias lidas por cada grupo. Em seguida, propor a atividade de confecção das suas próprias histórias rimadas. Os grupos deverão compor essa história com o apoio do twitter, irão começar a escrita através dessa rede social e terminá-la em sala com o grupo.
3º aula: apresentação das histórias desenvolvidas, em um grande circulo. Todas as histórias serão apresentadas na última aula para toda a comunidade escolar. Confecção dos convites do projeto Cordel Encantado pela turma em sala e a proposta final levada para digitação, impressão e divulgação virtual pelas diversas redes sociais.
4º aula: Organização do figurino e cenário; gravação de um pequeno vídeo sobre as principais características da região nordeste e de um recital do melhor livro escolhidos pelos grupos para apresentação no data show na próxima aula.
5º aula: Apresentação para toda comunidade escolar do projeto Cordel Encantado. Cada grupo contará e distribuirá suas histórias para os visitantes. Cada estande constará de apresentação e recitação de suas histórias e de autores lidos em sala de aula.
Avaliação: A avaliação será realizada durante as atividades em sala e no dia da apresentação pela observação do desempenho dos grupos, pelas discussões e a capacidade de argumentação de cada um, além da clareza nas apresentações visuais e escritas.
Público – alvo: Alunos do 1º ano do Ensino Médio.
Número de aulas: 05 aulas
Objetivo: Divulgar a literatura de cordel que é um gênero popular da cultura nordestina e escrito frequentemente na forma rimada. Conhecer os principais autores, o tipo de material utilizado para confecção dos livros, forma de venda e de divulgação e origem de sua criação.
Atividades: Filme recital de cordel para ser apresentado no dia do projeto; Divulgação dos convites nas redes sociais (Orkut, facebook, twitter); cenários e figurinos típicos; explicar as características da região nordeste (clima, relevo, vegetação, bioma, estados e capitais, etc.); serão confeccionados estandes para apresentação das turmas no pátio da escola; confecção de pequenos livros com linguagem rimada em grupo com apoio do twitter.
1º aula: Apresentação da literatura de cordel, suas origens, leituras de alguns livros em sala de aula. Esclarecimento de dúvidas e perguntas acerca desse tipo de literatura pela turma. Apresentação do projeto Cordel Encantado: objetivos, metas e avaliação. Divisão da turma em cinco grupos. Para a próxima aula trazer exemplos de literatura de cordel (pesquisa na internet).
2º aula: apresentação das histórias lidas por cada grupo. Em seguida, propor a atividade de confecção das suas próprias histórias rimadas. Os grupos deverão compor essa história com o apoio do twitter, irão começar a escrita através dessa rede social e terminá-la em sala com o grupo.
3º aula: apresentação das histórias desenvolvidas, em um grande circulo. Todas as histórias serão apresentadas na última aula para toda a comunidade escolar. Confecção dos convites do projeto Cordel Encantado pela turma em sala e a proposta final levada para digitação, impressão e divulgação virtual pelas diversas redes sociais.
4º aula: Organização do figurino e cenário; gravação de um pequeno vídeo sobre as principais características da região nordeste e de um recital do melhor livro escolhidos pelos grupos para apresentação no data show na próxima aula.
5º aula: Apresentação para toda comunidade escolar do projeto Cordel Encantado. Cada grupo contará e distribuirá suas histórias para os visitantes. Cada estande constará de apresentação e recitação de suas histórias e de autores lidos em sala de aula.
Avaliação: A avaliação será realizada durante as atividades em sala e no dia da apresentação pela observação do desempenho dos grupos, pelas discussões e a capacidade de argumentação de cada um, além da clareza nas apresentações visuais e escritas.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Divulgação: Univ Fed. Lavras edital de seleção de tutores online
A Universidade Federal de Lavras abriu o edital para seleção de tutores de disciplinas do 1o e 2o semestres para tutores a distância.
Poderão se inscrever para o processo seletivo: graduados/as com experiência mínima de 1 (um) ano no magistério (educação básica ou ensino superior presencial ou a distância), pós-graduados/as (Lato Sensu ou Stricto Sensu), ou estudantes vinculados/as a Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu.
A remuneração mensal pela atuação como tutor/a será de R$765,00 (setecentos e sessenta e cinco reais). A carga horária de trabalho depende da disciplina que o candidato escolher e for selecionado para atuar.
Inscrição de 8/2 a 24/2, via site www.cead.ufla.br
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Editorial Folha de S. Paulo: Dentro da escola
Dentro da escola
País alcança algumas metas para chegar a 2022 com educação de qualidade, porém alunos e professores ainda têm muito a aprender
Editorial Folha de S. Paulo
São Paulo, quinta-feira, 09 de fevereiro de 2012
Nenhuma nação, de que tamanho seja, pode conformar-se com 3,8 milhões de crianças e jovens fora da escola. No Brasil isso representa menos de 2% da população, mas é como se um Uruguai inteiro de 4 a 17 anos fosse esquecido na margem da estrada.
Tal foi a cifra que mais chamou a atenção no balanço periódico do ensino no Brasil feito pelo movimento Todos pela Educação. O número absoluto assusta, mas oculta que o acesso à escola no país vem melhorando: de 89,9% da população em idade escolar, em 2006, chegamos a 91,5% em 2010.
Não deixa de ser um progresso, mas lento. Nesse ritmo, será difícil atingir a primeira de cinco metas fixadas pelo movimento para 2022: toda criança e jovem na escola. O objetivo intermediário para 2010 era 93,4% -e ficamos aquém.
Na avaliação da segunda meta (toda criança alfabetizada até os oito anos de idade), generalizou-se a nota vermelha. O desejado era chegar a 80% do total em 2010. Nem o Sudeste, com o melhor desempenho do país, chegou a 70% de alunos com domínio de leitura, escrita e contas básicas.
O monitoramento do terceiro objetivo (todo aluno com aprendizado adequado à sua série) revela um desastre: nenhum nível de ensino, em nenhuma região país, obteve mais que 46% de alunos com rendimento satisfatório em português ou matemática, em 2009 (último dado a ser colhido).
O acúmulo de problemas e deficiências alcança o paroxismo no ensino médio, fulcro da quarta meta (todo jovem com esse diploma até os 19 anos). Pouco mais da metade (50,2%) chegou lá em 2009. Mais que a cifra determinada para aquele ano (46,5%), é verdade, mas com desempenho pavoroso em matemática -só 11% dos formandos aprendem o que deveriam dessa matéria essencial para usar produtivamente os conhecimentos e as ferramentas da ciência e da tecnologia.
O quadro é acabrunhante e não pode ser explicado apenas por falta de verbas, justificativa tradicional de quem só consegue ver a questão pelo ângulo material (prédios, tecnologia) ou corporativista (salários). Já se gastam 4,3% do PIB no Brasil com educação, perto dos 5% estipulados na quinta meta, sem que isso se traduza na revolução de que o país necessita.
Trata-se de um dever nacional resgatar aqueles 3,8 milhões de jovens e crianças que estão fora da escola. É dentro dela, porém, que falta dar os passos cruciais: qualificar melhor o corpo docente, remunerá-lo de forma condizente, atrair os melhores profissionais e dotá-los com os conteúdos e métodos para que ensinem o que os alunos precisam aprender.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Alerta: uso de tecnologias de ensino
No dia 2 de fevereiro de 2012, na Folha de S. Paulo, foi publicada uma charge que diz respeito ao uso de tecnologias no ensino.
Como o governo está divulgando a quatro ventos que haverá tablets gratuitos para os alunos da rede pública, resta a pergunta: nós, professores, saberemos usar essa nova tecnologia para o ensino? Ou será apenas um recurso subutilizado e que apenas distrairá os alunos, em vez de contribuir para o aprendizado?
Pensando nisso, publico mais uma vez a charge em vídeo de uma professora que ensina tabuada da mesma forma, a única diferença é que ela passa a usar slides em vez de lousa. Isso não é de fato uso de tecnologias no ensino.
É preciso explorar outras técnicas didáticas e aliá-las às novidades da informática. Por que manter apenas a técnica de exposição de conceitos, por que manter o foco do aprendizado no professor e não no aluno?
Quem aceita o desafio?
Fonte: Folha de S. Paulo, 2 de fevereiro de 2012
Como o governo está divulgando a quatro ventos que haverá tablets gratuitos para os alunos da rede pública, resta a pergunta: nós, professores, saberemos usar essa nova tecnologia para o ensino? Ou será apenas um recurso subutilizado e que apenas distrairá os alunos, em vez de contribuir para o aprendizado?
Pensando nisso, publico mais uma vez a charge em vídeo de uma professora que ensina tabuada da mesma forma, a única diferença é que ela passa a usar slides em vez de lousa. Isso não é de fato uso de tecnologias no ensino.
É preciso explorar outras técnicas didáticas e aliá-las às novidades da informática. Por que manter apenas a técnica de exposição de conceitos, por que manter o foco do aprendizado no professor e não no aluno?
Quem aceita o desafio?
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Como pode ser a escola do futuro
28/01/2012 - 08h53
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gilbertodimenstein/1040710-aula-de-inteligencia.shtml
Aula de inteligência
DE SÃO PAULO
As férias estão acabando. E gostaria de mostrar aqui uma escola que está dando uma aula de inteligência --e aponta, com beleza e criatividade, para onde vai a educação no futuro.
É uma escola na Suécia que pediu a arquitetos e designers para criar seu espaço de acordo com a visão de uma educação mais livre e sofisticada, baseada na cooperação, no cruzamento constante dos conhecimentos, no diferente papel do professor, onde ele não seja o centro, mas um orientador.
O resultado é simplesmente deslumbrante e inspirador, mostrando como ainda se vive no atraso. O bom aluno não é plateia, é protagonista. Clique aqui para ver as imagens.
Gilberto Dimenstein ganhou os principais prêmios destinados a jornalistas e escritores. Integra uma incubadora de projetos de Harvard (Advanced Leadership Initiative). Em colaboração com o Media Lab, do MIT, desenvolve em São Paulo um laboratório de comunicação comunitária. É morador da Vila Madalena.
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